23/07/2008

 O QUE SIGNIFICA CADEIA MADEIRA?

          Cadeia Madeira envolve todas as atividades referentes a matéria prima, a produção de mudas, plantio, manejo das florestas, corte, transporte, beneficiamento primário e fabricação de produtos oriundos da madeira. A cadeia produtiva de base florestal é composta por quatro grupos principais de atividades: indústrias a montante (equipamentos e insumos; e empresas de prestação de serviços),  produção de madeira (extração vegetal e silvicultura), a primeira transformação industrial (siderurgia e uso energético; processamento mecânico da madeira–serrarias, fabricas de compensados, laminas e painéis industrializados; celulose e papel), e segunda transformação industrial ou consumo final (industria moveleira; embalagens, gráfica e editoração; construção civil; exportação, consumo domestico, industrial e comercial.
 
O QUE QUER DIZER AGENDA POSITIVA RS/CADEIA MADEIRA 2007 / 2009
 
          A Agenda Positiva RS da Cadeia Madeira é o reconhecimento e valorização da silvicultura como forma equilibrada de obter o tão almejado desenvolvimento sustentável e a preservação do planeta terra.
 
A AGENDA POSITIVA é composta por três fases:
 
          A primeira fase é composta por encontros e seminários regionais que vão debater as questões que envolvem o tema florestas, silvicultura e mudanças climáticas a partir de três eixos: marco legal, ciência e tecnologia e mudanças climáticas de forma a terem maior conhecimento sobre a importância das florestas e da silvicultura para o desenvolvimento sustentável local. O 10º Congresso Florestal que será realizado em Nova Prata e o 1º Seminário Mercosul da Cadeia Madeira já aproveitarão os resultados colhidos partir dos encontros proposições para serem levadas aos poderes públicos.
 
          A segunda fase trata do acompanhamento e assessoramento dos trabalhos encaminhados para a Assembléia Legislativa durante o Congresso e o Seminário em Nova Prata para que os devidos trâmites legais tenham sucesso e que o RS tenha mais um setor produtivo e dinâmico para todos do ponto de vista econômico, social e do meio ambiente.
 
          A terceira fase é permanente e será focada em Feiras, Seminários, eventos e outras atividades associadas.
 
QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS COMPROMISSOS DA AGENDA?
 
  • Levar ao conhecimento da população, com base técnica e científica, a importância das florestas e da silvicultura como mais um setor economicamente sustentável.
  • Qualificar e aperfeiçoar as Políticas Públicas que envolvem o desenvolvimento do RS a partir das florestas e silvicultura;
  • Construir um Sistema de Informações para a Cadeia Madeira;
  • Revisar a legislação pertinente a Cadeia Madeira;
  • Trocar experiências regionais, nacionais e internacionais.
 
O QUE ESTÁ SENDO FEITO PARA CUMPRIR ESTES COMPROMISSOS?
 
          Para que as ações da primeira fase fossem alcançadas, foram planejados e executados 10 encontros preparatórios e 12 seminários regionais envolvendo mais de 1000 pessoas onde foi debatido principalmente o tema: “Floresta, silvicultura e mudanças climáticas” a partir de três eixos estratégicos que foram: marco legal, políticas públicas e ciência e tecnologia.
 
          Nesses eventos experiências foram trocadas, palestras foram realizadas, cases foram apresentados conforme os interesses regionais e finalmente propostas foram retiradas e consolidadas, em Porto Alegre, para serem encaminhadas aos representantes dos poderes executivo, legislativo, judiciário e ministério público que vão estar presentes no 10º Congresso Florestal Estadual e o 1º Seminário Mercosul da Cadeia Madeira em Nova Prata, que será apoiado por várias empresas e entidades entre ela a GarantiaRS.
 
OBJETIVOS:
 
          O Objetivo geral do 10º congresso florestal estadual e o 1º seminário MERCOSUL da cadeia madeira é a Construção de um espaço para apresentação dos avanços tecnológicos, trabalhos e estudos de casos, na área de silvicultura e florestas para o desenvolvimento sustentável das comunidades.
 
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
 
  • Promover o intercâmbio de experiências e vivências entre as Instituições públicas, privadas e os pólos madeireiros nacionais e internacionais;
  • Discutir políticas, oportunidades e barreiras internacionais;
  • Identificar participação e potencialidades do setor;
  • Analisar impactos da Cadeia Madeira;
  • Promover parcerias e articulações institucionais.

 

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