Ano 1 - Nº 03  - Maio de 2008

 
       

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GARANTIARS EM NÚMEROS

                                     Estamos disponibilizando os dados da GARANTIARS em gráficos, para que possam conhecer melhor a nossa empresa, segue abaixo as informações:

                                                 

   foto: Vítor Koch (Presidente da FCDL)

ENTREVISTA COM O PRESIDENTE VITOR DA FCDL

Quais são as ações da FCDL para 2008?

Em 2008 estamos nos mantendo no foco da qualificação e da profissionalização do varejo. Estamos cumprindo à risca o Planejamento Estratégico da FCDL-RS e implementando ações que virão em benefício de todos os lojistas. Um exemplo disso é o Projeto One Day, um sistema de gestão de compras e estoque que facilita o gerenciamento, reduz custos e permite maior competitividade ao micro e pequeno empreendedor.

Quais são as dificuldades hoje dos empresários na obtenção de financiamentos?

A maior dificuldade para o micro e pequeno varejista continua sendo os altos juros praticados pelo sistema financeiro convencional. Além de muitas vezes o empreendedor não dispor de um cadastro de acordo com a exigência dos bancos, os juros são impeditivos para a maioria dos tomadores de empréstimo. E, como estamos vendo na economia em geral, sem crédito não há crescimento, não há desenvolvimento.

De que forma a GARANTIARS poderá contribuir na solução deste problema?

Seguramente é um parceiro fundamental para o varejo e sua contribuição poderá vir na forma de facilitar o acesso ao crédito que, como disse antes, trata-se de um dos mais sérios entraves para o desenvolvimento das micro e pequenas empresas. Os empreendedores não querem dinheiro a custo zero, mas precisam de parceria que lhes permita gerir seus negócios com perspectiva de crescimento.

Desde que assumi a presidência da Federação das CDLs, em julho de 2006, venho buscando implementar melhorias em todos os setores onde a entidade possa contribuir para a qualificação do varejo gaúcho, especialmente o de micro e pequeno porte. Estabelecer parcerias, convênios, contratar consultorias especializadas, tudo é parte de um projeto maior. A parceria com a GarantiaRS está nesse cenário, aliás, como um dos pilares para o incremento das empresas lojistas do Rio Grande do Sul. Vejo essa parceria muito além do que simplesmente algo mais a oferecer às nossas CDLs e SPCs. Trata-se de uma necessidade, que estamos suprindo porque nos propomos a trabalhar para termos parceiros estratégicos e decisivos ao nosso lado.

 

               foto: Sônia Wildt do Canto

SEGURO DE FIANÇA LOCATÍCIA,

UMA RELEITURA NECESSÁRIA

Poderia parecer esdrúxula a iniciativa de discorrer-se sobre o seguro fiança locatícia, “inovação“ introduzida pela atual Lei Inquilinária, cuja vigência se conhece de longa data, mais especificamente, desde 18 de outubro de 1991, Lei 8.245, porquanto despida de seu ineditismo inicial, como ali capitulado:

“Art 37- No contrato de locação, pode o locador exigir do locatário as seguintes modalidades de garantia:

 I – caução,

 II – fiança,

 III – seguro de fiança locatícia.

Parágrafo Único. “É vedada, sob pena de nulidade mais de uma das modalidades de garantia num mesmo contrato de locação”.

No entanto, há que se referir que falar de matéria inquilinária é sempre assunto presente eis que personagem de múltiplas roupagens: é o figurativo do aspecto econômico, do político, da propriedade em função do social, da ética e, acima de tudo, do universo específico daqueles que locam, entre outros matizes.

Em verdade, essa temática tem sido objeto de contínuos exames no panorama legislativo brasileiro, haja vista os inúmeros textos legais que vêem acompanhando as necessidades normativas do duo, locador/ locatário, cuja polaridade já enfrentou momentos de incontido distanciamento, a refletir períodos de instabilidade político-econômica, pelos quais passou o país, alcançando-se, a este ponto, momentos de alguma calmaria.      

Não poderia ter sido diferente. O fato social é dinâmico, pulsa, transforma-se; e a norma legal, para discipliná-lo, acompanha-o, toma sua forma, identifica-se com ele e busca soluções adequadas, com reflexos das circunstâncias que o cercam, espelhando o seu entorno holisticamente.

Nesta ótica, é que a lei em tela teve grande preocupação de inovar, para respaldar o cumprimento do negócio jurídico da locação, a fim de que as partes que o constituem tivessem satisfeitas suas necessidades: de um lado, um com a possibilidade de alugar com a oferta de garantia oferecida pelo seguro, conhecido instituto de garantia negocial despido de qualquer constrangimento para sua obtenção de abordar-se um fiador e, de outro lado, o credor assistido pela reconhecida credibilidade da garantia apresentada, sem a preocupação de revisar constantemente o patrimônio do garantidor.

Concomitante a reeditar institutos de tutela de satisfação do crédito do locador, apresentou-se com esta outra modalidade até então não facultada aos contratantes, sendo que, sabidamente, as formas de garantia dos negócios locatícios são um dos aspectos que mais dificultam as relações inquilinárias.

Como antes titulado, o que aqui se está pretender, ainda que singelamente, é uma chamada a necessidade de voltar-se a auscultar o seguro de fiança locatícia, dispositivo legal tão festejado quando de seu surgimento e, a este passo, tido como opção distante daqueles que precisam locar.

Múltiplos aspectos estão a envolver este tipo de proposição, a começar por aquele que diz respeito à sua própria gênesis: o plano de existência, da validade e de sua eficácia. E mesmo que resultante de uma genética híbrida, de seguro e de fiança, em tudo perfeito tocante a esta trilogia no campo da teoria formal de sua análise.

No entanto, destoantes, às vezes, é preciso lembrar, os propósitos teóricos, dos fáticos, pois que os teóricos mais estáticos, e os fáticos, mais empolgados pelo sopro das vidas que os incorporam, tomam rumos não previstos ou desejados.

É assim que o último componente posto acima do que chamamos de sua trilogia formal, ou seja, o plano da eficácia, assistimos sua trajetória pelo caminho do indesejável, e até mesmo, do imprevisível.

Tornou-se um instrumental caro, de verdadeira gincana de documentos para sua consecução, de única empresa seguradora a oferecer seus préstimos, de inúmeras limitações em suas garantias e de tristes lembranças das primeiras que o acolheram, vale dizer, uma eficácia sem eficiência, de uma eficácia que não produz os efeitos desejados.

É justamente diante deste quadro clínico que se faz necessário revisar o seguro de fiança locatícia, pelos técnicos da matéria, inclusive, se for o caso, em seu escopo legislativo, refletindo-se sobre a possibilidade de benefícios e incentivos para barateá-lo. Com ajustes onde foi falho, com contratações adequadas, com soluções alternativas para pagamento dos prêmios, a exemplo dos atuais créditos disponibilizados para a aquisição de imóveis totalmente revisados pelas instituições bancárias e de triste lembrança dos equívocos inicialmente cometidos pelo BNH, para que tão importante dispositivo não venha a cair em letra morta da lei, ultima das conseqüências que uma norma jurídica pode esperar de seus dispositivos.

Preceitua o direito inglês: “nothing is settled until it is settled right”, ou ainda, “nada está estabelecido até que esteja estabelecido certo”.

» Estrela - Dia 20
www.estrela-rs.com.br

» Torres - Dia 21
www.torres.rs.gov.br

» Nova Bassano - Dia 23
www.bassanors.com.br

                  foto: Fabricio M Corrêa

     ESTÁGIO NA GARANTIARS

Fabricio M Corrêa, estudante de Publicidade e Propaganda, recentemente entrou para a equipe da GarantiaRS com o encargo de auxiliar na organização da comunicação da empresa, com tarefas referentes à newsletter desta, manutenção e atualização do site da empresa, cadastramento de clientes em bancos de dados, organização da agenda de reuniões, atendimento de clientes ao telefone.

PREMIAÇÃO PARCEIROS DO DESENVOLVIMENTO

A CIDADE: SÃO LOURENÇO DO SUL

A partir de agora a GARANTIARS, em todos os trimestres estaremos premiando o agente ou agentes que mais se destacarem, sempre abservando os critérios de maior número de volume de operações de microcrédito e menor número de inadimplência, os vencedores são:

O PREFEITO:

Caixa de texto:  José Sidney Nunes de Almeida tem 43 anos e é natural de São Lourenço do Sul. Foi eleito prefeito nas eleições de 2004, obtendo 12.181 votos, 42,79% dos votos válidos. É engenheiro agrônomo formado pela Faculdade de Agronomia da Universidade Federal de Pelotas (UFPEL), com especialização em Toxicologia Animal pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS). Atuou como extensionista Rural da Associação de Crédito e Assistência Rural de Santa Catarina (Acaresc), entre 1989 e 1991, e na Instituição Sinodal de Assistência e Cultura - Centro de Apoio ao Pequeno Agricultor de São Lourenço do Sul (Capa), de 1991 e 2000. Foi eleito por dois mandatos vereador, entre 1997 e 2004. Presidiu a Cooperativa Mista dos Pequenos Agricultores da Região Sul (Coopar) entre 1995 e 1998. Foi o primeiro presidente da Cooperativa de Crédito Solidário (Cresol Boa Vista), entre 2001 e 2005. “Integrou e dirigiu diversas entidades comunitárias, entre elas a Associação Comunitária do Boqueirão.”

                                          OS AGENTES PREMIADOS:

Caixa de texto:

Darci Gehling Júnior tem 33 anos e é natural de São Lourenço do Sul. É graduado em Administração de Empresas Faculdade de Agronomia da Universidade Católica de Pelotas, com habilitação específica em Marketing e com superior em andamento n área da Psicologia. Tem certificados como Avaliador do PGQP, Agente de Desenvolvimento e Agente de Microfinanças. Já recebeu prêmios como o “DESTAQUE ACADÊMICO DE 1996”. Atuou como orientador Educacional e Profissional II, estagiário em Psicologia do SENAC, instrutor do PLANFOR qualificar RS e hoje atualmente é o Diretor do BANCO DO POVO DE SÃO LOURENÇO DO SUL.

 Caixa de texto:

Juliano Rodrigues tem 22 anos e é natural de São Lourenço do Sul. Esta se preparando para prestar vestibular para Administração na universidade UNIPAR. Tem certificados como Assessoria na elaboração de projetos, Participação da 14º FEICOOP, Participação 6º Seminário do BC, Participação da 3º Feira Binacional de Economia Solidária, realizações de palestras do EMPREENDER/ SEBRAE e Agente de Microfinanças. Atualmente é o agente de crédito do BANCO DO POVO  DE SÃO LOURENÇO DO SUL.

Você tem um sonho para o seu empreendimento?

Nós temos a viabilidade!

Projetos de Financiamento

Na sexta-feira dia 16 de Maio de 2008 às 14hs aconteceu o 1º ENCONTRO COM OS CONSULTORES que vão atuar na GARANTIARS, para traçar as diretrizes que irá nortear este trabalho. Reunião foi aberta pelo Diretor Executivo sr. Darci Ferreira e  coordenada pelo técnico Luam Tubino.    

Para tratar de projetos antes de mais nada é necessário entender qual o sentido racional que motiva uma empresa a se endividar no longo prazo. Um exemplo pode auxiliar nesta dúvida. No caso de uma indústria querendo implantar uma nova estrutura operacional basicamente, ou ela investe com recursos próprios, ou seu investimento será financiado por um terceiro. Na 2ª opção os financiamentos menos onerosos são liberados através de agentes financeiros públicos com recursos do BNDES, em sua maioria.

Mas qual a motivação de buscar este tipo de financiamento?

No exemplo acima qual o período de tempo necessário para a nova implantação começar a gerar o faturamento que pagará o investimento realizado. Este tempo entre a implantação e a operação pode ser resolvida através do financiamento, porque tendo carência ou apenas uma parcela pequena para pagar todo o mês o faturamento da empresa não vai sentir tanto, durante o processo de implantação, o peso total do investimento.

Outro motivo interessante diz respeito ao capital de giro, ou seja, os recursos líquidos que a empresa possui em caixa, os quais estão a disposição para qualquer emergência conjuntural. Por que quando a empresa é financiada por algum agente financeiro não será preciso mexer neste recurso que funciona como uma reserva fundamental para garantir a saúde financeira do empreendimento.

Portanto fazer um financiamento de longo prazo visando um investimento para ampliar a capacidade produtiva ou a rentabilidade pode ser uma ótima opção.

Mas para financiamentos deste porte é fundamental a apresentação de um projeto de viabilidade econômico-financeira ao agente financeiro, através desta ferramenta o agente poderá realizar a avaliação da empresa.

E o que é este projeto de viabilidade? Apenas uma forma de demonstrar a sua empresa, para o agente financeiro, através dos números, logo quem possui a viabilidade é a empresa e irá demonstrá-la através da sua rentabilidade, da sua capacidade de pagamento e de uma série de outros indicadores, estiveram presentes os consultores: Antônio Ruis, João Baptista, Margaret Garcia da Cunha, Marília Menegassi Velloso, Renan Gomes Lobo e a UNICON PS Júnior / UNISINOS.

A GarantiaRS elabora, orienta e apresenta o projeto ao agente financeiro que estiver inserido na sua rede de parceiros.

Atualmente quem são estes agentes?

Ø                                                       CaixaRS;

Ø                                          Banco do Brasil;

Ø                                          Banco da Amazônia;

Ø                                          Caixa Econômica Federal;

Ø                                          BRDE;

Ø                                          Banrisul;

Ø                                          BanSicredi.

EVENTO NO MERCADO PÚBLICO

        Conforme havíamos informado na news (edição nº2) anterior, o evento do Mercado Público o “1º Encontro dos Parceiros do Desenvolvimento” que aconteceria no dia 29 de Maio de 2008 às 9hs, será transferido devido a agenda dos parceiros.

MERCADO ELEVA PROJEÇÃO DE INFLAÇÃO E SELIC PARA 2008

       O mercado revisou para cima o prognóstico para a inflação em 2008 e também elevou a projeção para a taxa Selic no mesmo período, segundo relatório Focus divulgado nesta segunda-feira pelo Banco Central.

fonte: Reuters
12/05/08

INFLAÇÃO DE ABRIL PELO IPCA SOBE PARA 0,55%

A inflação de abril pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi de 0,55%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em março, a inflação pelo IPCA havia sido de 0,48%.Com o resultado de abril, o IPCA acumula alta de 2,08% nos primeiros quatro meses deste ano. No período de 12 meses até abril, a inflação pelo IPCA é de 5,04%.O IPCA é o índice oficial utilizado pelo Banco Central para cumprir o regime de metas de inflação, determinado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). O centro da meta de inflação para 2008 foi estabelecido em 4,5%, com margem de tolerância de dois pontos porcentuais para cima ou para baixo.

fonte: Reuters
12/05/08

  SERASA: PEDIDOS DE FALÊNCIAS CAEM 26% ATÉ ABRIL

Os índices de falências apresentaram queda nos primeiros quatro meses de 2008. De acordo com o Indicador de Falências e Recuperações (Serasa), divulgando hoje o volume de falências requeridas apresentou redução de 25,7%, em todo Brasil, na comparação com o mesmo período de 2007. De janeiro a abril deste ano foram registrados 762 requerimentos, ante 1.0261 no ano anterior. Na avaliação dos técnicos do Serasa, a redução nos pedidos de falência das empresas deve-se ao crescimento da atividade econômica do País.

fonte: Reuters
12/05/08

   

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